domingo, maio 20, 2018

'Doida não e não' Em Vigo

E em Vigo, onde chegámos ao fim da tarde, o dia estava luminoso e quente, o mar cintilante feito de prata, e a sala onde decorreu o evento, a encher... Foi no Camões, Centro Cultural Português, e foi maravilhoso. 'Doida nao e não!' está a ser lida por muita gente, e é livro do mês.

quarta-feira, maio 16, 2018

'Doida não e não' no Instituto Camões em Vigo

Rumo à Galiza, com a estória de uma mulher que fez e continua a fazer História.
A obra é livro do mês no curso de Português no Instituto Camões, em Vigo.
O evento tem a participação do Ateneo Atlântico.

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Os meus livros no Mar de Letras


Fica a entrevista que foi para o ar ontem na RTP ÁFRICA, programa Mar de Letras,  conduzida de forma excelente por Mário Carneiro. Doida não e não foi presente, mas o foco foram os meus livros em geral, e muito particularmente o romance Xerazade a Última Noite, bem como o último da saga de André, 'André e o Baile de Máscaras'.

Sinopse: «A escrita esteve sempre presente num percurso que passou pelo jornalismo, pela história e pelos livros. Manuela Gonzaga está de regresso ao "Mar de Letras". Um novo romance, a reedição de uma biografia e um livro de literatura infanto-juvenil são razões suficientes para não perder a conversa com uma escritora que dividiu a adolescência e a juventude entre Moçambique e Angola.»

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Mar de Letras e 'Agora Nós'

Logo à noite, vou estar no 'Mar de Letras', RTP África (21.30), entrevistada de forma exemplar por por Mário Carneiro. O mesmo programa será repetido a 24 de Fevereiro, pelas 18.45,  e 25 de Fevereiro pelas 12.00 hora. 

Hoje à tarde estive em directo no programa 'Agora Nós'  (RTP 1), a falar sobre o livro 'Doida não e não' com Tânia Ribas de Oliveira que deu quase vinte minutos de palco a Maria Adelaide Coelho da Cunha, ao longo de uma conversa excelentemente conduzida. 

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Loucos, sim, mas por amor

Entrevista ao Diário de Notícias da Madeira (11/02/2018).


 E estamos a falar de uma família da classe alta, com educação e formação. Afinal, mesmo nessas classes sociais, a mulher ainda era vista como um ser de segunda no primeiro quartel do século XX?
A mulher, em Portugal, só teve direito a voto depois de 1974, e isso diz tudo. Claro que ela usufruía de regalias que não eram para todas. Ia e vinha por onde lhe apetecesse. Até chegou a ter motorista particular. Mas em circunstâncias análogas, um homem divorciava-se e pronto. E depois casava de novo. E a ela, meteram-na num hospital de doidos...e podiam ter-lhe dado um tiro, com toda a impunidade, porque em casos de honra, os homens nunca eram criminosos. [...]